Mallu Magalhães e Marcelo Camelo curtiram a tarde desta quarta-feira, 26, na praia. O casal foi fotografado na Praia do Leblon, na Zona Sul do Rio, e chamou atenção de quem passava pelas cenas de fofura que protagonizou. Marcelo Camelo mostrou-se um fofo, mudando a cadeira de praia da namorada, para ela se bronzear melhor, fotografando-a, e trocando carinhos apaixonados com Mallu. Chamou atenção também o corpo enxuto, bem magrinho, da cantora, que mostrou sua boa forma em um biquíni de duas peças.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Mallu Magalhães exibe corpo enxuto em dia de praia com Marcelo Camelo
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
“O Marcelo tem me dado segurança”, diz Mallu Magalhães sobre o namorado Marcelo Camelo
Em entrevista à CONTIGO! Online Mallu fala sobre o lançamento de seu terceiro álbum, seu amadurecimento pessoal e sobre sua rotina
Por Ana Reis - Contigo! Online
Marcelo Camelo / Divulgação
Mallu Magalães fala sobre o lançamento de seu novo álbum, Pitanga
Com apenas 15 anos, Mallu Magalhãesapareceu como um fenômeno da internet, onde chegou a ter mais de 500 mil acessos por dia em seu perfil no MySpace, lugar em que postava as músicas que produzia.
Depois de quatro anos e dois discos, Mallu, agora com 19 anos de idade, apresenta sua nova fase musical, com o lançamento de seu terceiro álbum, Pitanga, produzido pelo namorado, Marcelo Camelo, de 33 anos. Decidida, a cantora diz que não pretende fazer faculdade e que vai continuar com sua música. Ela também gosta de pintar, bordar, cozinhar e ainda faz um curso de corte e costura.
Em entrevista exclusiva à CONTIGO! Online, Mallu contou com um ar tranquilo e seguro sobre seu amadurecimento e sobre o álbum recém lançado. Também falou sobre seu relacionamento, seu gosto pela moda, manias e sobre sua nova fase, agora como “uma mulher”:
Contigo! Online: Quais suas expectativas para o seu terceiro álbum?
Mallu: Este é o primeiro álbum que eu fiz sem me importar com o que os outros iriam pensar. Acho que é o que eu mais gostei de fazer. Nos outros eu só chegava e gravava, já no Pitanga eu fiz as letras, os arranjos, e deixei tudo como eu queria.
Contigo! Online: Como foi esse processo de concepção e produção do seu disco. O Marcelo Camelo te ajudou?
Mallu: O Marcelo como produtor é muito bom. É lógico que o lado pessoal influencia e ajuda muito, mas ele sempre me incentivou. Todas as vezes que a gente começava uma música ele perguntava o que eu estava escutando e me ajudava no exercício de olhar para dentro e imaginar o que eu tava escutando daquela música. Quando eu não sabia de alguma coisa ele me mostrava um caminho, uma sugestão ou algo assim.
Contigo! Online: De onde vem sua inspiração para compor?
Mallu: A minha composição não está relacionada a nenhum fato. Às vezes um fato desencadeia um sentimento tão forte que eu acabo compondo sobre aquilo, mas é totalmente natural e eu procuro manter essa pureza. Eventualmente quando uma pessoa está esperando aquela música aí eu procuro referências pra despertar em mim esse sentimento. No caso de uma trilha sonora, eu ponho na cena e fico olhando com o instrumento no colo e identificando aquele sentimento em mim.
Depois de quatro anos e dois discos, Mallu, agora com 19 anos de idade, apresenta sua nova fase musical, com o lançamento de seu terceiro álbum, Pitanga, produzido pelo namorado, Marcelo Camelo, de 33 anos. Decidida, a cantora diz que não pretende fazer faculdade e que vai continuar com sua música. Ela também gosta de pintar, bordar, cozinhar e ainda faz um curso de corte e costura.
Em entrevista exclusiva à CONTIGO! Online, Mallu contou com um ar tranquilo e seguro sobre seu amadurecimento e sobre o álbum recém lançado. Também falou sobre seu relacionamento, seu gosto pela moda, manias e sobre sua nova fase, agora como “uma mulher”:
Contigo! Online: Quais suas expectativas para o seu terceiro álbum?
Mallu: Este é o primeiro álbum que eu fiz sem me importar com o que os outros iriam pensar. Acho que é o que eu mais gostei de fazer. Nos outros eu só chegava e gravava, já no Pitanga eu fiz as letras, os arranjos, e deixei tudo como eu queria.
Contigo! Online: Como foi esse processo de concepção e produção do seu disco. O Marcelo Camelo te ajudou?
Mallu: O Marcelo como produtor é muito bom. É lógico que o lado pessoal influencia e ajuda muito, mas ele sempre me incentivou. Todas as vezes que a gente começava uma música ele perguntava o que eu estava escutando e me ajudava no exercício de olhar para dentro e imaginar o que eu tava escutando daquela música. Quando eu não sabia de alguma coisa ele me mostrava um caminho, uma sugestão ou algo assim.
Contigo! Online: De onde vem sua inspiração para compor?
Mallu: A minha composição não está relacionada a nenhum fato. Às vezes um fato desencadeia um sentimento tão forte que eu acabo compondo sobre aquilo, mas é totalmente natural e eu procuro manter essa pureza. Eventualmente quando uma pessoa está esperando aquela música aí eu procuro referências pra despertar em mim esse sentimento. No caso de uma trilha sonora, eu ponho na cena e fico olhando com o instrumento no colo e identificando aquele sentimento em mim.
Contigo! Online: Aos 15 anos, sua influência musical era Bob Dylan e folk. Quais suas novas referências musicais?
Mallu: Agora eu posso dizer que escuto pouca música. Quando eu coloco pra escutar eu gosto muito de ouvir o Luiz Bonfá. De resto eu sou muito eclética, eu escuto Manu Chao, Los Panchos, Tom Jobim, Frank Sinatra, Ella Fitzgerald, Cole Potter, Miles Davis. Acho que eu sou de dia. Têm dia que eu tô mais pra cá e dia que eu tô mais pra lá e por isso minhas influências variam.
Mallu: Agora eu posso dizer que escuto pouca música. Quando eu coloco pra escutar eu gosto muito de ouvir o Luiz Bonfá. De resto eu sou muito eclética, eu escuto Manu Chao, Los Panchos, Tom Jobim, Frank Sinatra, Ella Fitzgerald, Cole Potter, Miles Davis. Acho que eu sou de dia. Têm dia que eu tô mais pra cá e dia que eu tô mais pra lá e por isso minhas influências variam.
Contigo! Online: O Marcelo influencia você musicalmente?
Mallu: É inevitável. Eu já era influenciada mesmo antes de conhecer o Marcelo pessoalmente e quando eu comecei a conviver com ele fiquei mais ainda. A gente se mistura musicalmente e em nenhum momento eu tento negar isso. Eu tento ser o mais natural, orgânica e sincera possível. A gente chegou em uma sonoridade completamente minha e não interessa o que é de um e o que é do outro. A gente foi tocando pra fazer um disco bonito. Naturalmente influencia, mas não vejo isso como um problema.
Contigo! Online: Você foi um dos primeiros casos no Brasil de artistas que ganharam espaço primeiro na internet. Qual é sua relação com a web hoje?
Mallu: Hoje em dia eu continuo tendo uma relação intima com a internet. No começo era só internet, eu coloquei no MySpace as músicas e depois quando veio o segundo disco eu dei uma abstraída, não olhava nada, não queria saber de como tava o site, mas dessa vez eu vi na internet a possibilidade de dividir com as pessoas. Eu fiz um blog e mantive ele porque teve uma repercussão tão legal, as pessoas gostaram tanto que deu vontade de contar dos ensaios, mas sempre tive uma relação muito forte com a internet, respondendo, colocando todos os posts que eu consigo, mas tudo baseado na minha produção artística.
Contigo! Online: Quando você decidiu encarar a música profissionalmente?
Mallu: Essa convicção me veio só agora. No começo, no primeiro e segundo discos eu gostava, aproveitava, fazia com muito amor, mas eu tinha a escola, muitos medos e aflições. Eu ainda não tinha a minha personalidade firme pra mim mesma, era como se eu fosse uma criança ainda, muito maleável e frágil. Hoje em dia eu me sinto uma mulher, caminhando cada vez mais para uma maturidade.
Contigo! Online: Como era sua rotina de estudos. Você pretende ter uma profissão paralela a música?
Mallu: Eu não fiz o colegial como eu fiz o colégio. Até a sétima série eu era uma aluna mega aplicada e tirava altas notas. Quando eu comecei a tocar não tinha tempo e eu não sabia direito se eu ia pra aula ou ia gravar. Eram muitas decisões e eu não sabia lidar com isso, então eu ficava no meio termo e quando acabou a escola veio o papo de faculdade aí eu falei que não ia fazer faculdade e que queria fazer a minha música.
Contigo! Online: Em entrevista você disse ser muito sensível, isso te atrapalha no cotidiano ou no trabalho?
Mallu: Até atrapalhava. É tudo uma questão de sobrevivência. A vida adulta obriga você a ser no mínimo um pouco mais firme. A questão da felicidade e da tolerância é uma questão de sobrevivência, ou você deixa de se importar com bobagem ou você vai sofrer e isso inviabiliza uma rotina. Têm coisas que me angustiam, por exemplo, o noticiário. Eu sou tão sensível que não consigo ver o noticiário. Eu fico péssima e acaba com o meu dia, então eu vejo coisas leves. Me preservo, mas também nunca deixo de enfrentar uma dificuldade só porque eu me sinto sensível demais. Eu aprendi a lidar com a minha sensibilidade, mas em nenhum momento a perdi.
Contigo! Online: Houve uma visível mudança no seu estilo, a que você deve esta nova fase?
Mallu: Várias coisas estão vinculadas a essa mudança estética. É como se eu pintasse retratos do universo que eu tenho dentro de mim e uma forma de tornar palpável a minha personalidade é a maneira como eu me visto, o meu estilo, a forma como eu falo, me comporto, me cuido. Tudo isso está relacionado com essa paz que eu adquiri recentemente. Tanto com o amadurecimento quanto com o envolvimento com a feminilidade e o próprio crescimento físico e a coisa da vida adulta. Talvez até o meu relacionamento com o Marcelo tem me dado segurança. Hoje eu tenho total segurança. Posso sair de pijama que eu não vou estar nem aí, pois é como se eu já estivesse completa onde eu preciso.
Contigo! Online: Qual sua relação com a moda?
Mallu: Eu estou fazendo um curso de corte e costura, mas na verdade eu já sou formada em um curso de piloteira e modelista industrial, só que era um curso muito industrial e eu não conseguia fazer as coisas do jeitinho que eu queria. Eu quero fazer na máquina caseira coisas mais únicas e intimas. A minha parada é essa, a de fazer não um vestido, mas aquele vestido com dedicação e com carinho, igual com a música, aí eu decidi fazer esse curso que é bem completo. Eu tenho uma relação muito estreita com a moda, eu gosto muito da expressão. Eu uso a moda tanto para ela me alterar quanto pra eu alterar ela. É uma relação de troca. Eu uso tanto pra preencher coisas que me faltam, quanto pra dar vazão ao que eu sinto.
Contigo! Online: É verdade que costura roupas para você e para amigos próximos?
Mallu: É verdade, mas eu sou muito lerdinha, às vezes eu falo ‘Olha eu vou fazer um vestido pra você, mas vai demorar um ano... um ano e meio, mas uma hora sai’.
Contigo! Online: Como é o seu dia a dia?
Mallu: O meu dia a dia é sempre super criativo. Eu estou sempre concentrada em desenvolver qualquer coisa que seja. Eu estou sempre com alguma coisa na cabeça, nunca fico em casa assistindo TV. Eu acordo super cedo, antes do sol nascer. Adoro café da manhã longo e faço questão de fazer um café de uma hora e comer tudo que eu gosto. Adoro ver o sol nascer e cada dia é uma coisa pra mim, eu componho, pinto, bordo, cozinho.
Contigo! Online: Você tem manias?
Mallu: Eu tenho algumas manias. Uma delas é colocar o despertador. Às vezes eu volto de madrugada de um show ou de um ensaio e eu ponho o despertador para tocar às duas da tarde, mas eu tenho que por o despertador. Enquanto eu não coloco para despertar eu não consigo dormir.
Contigo! Online: O que é ser feliz pra você?
Mallu: É esse sentimento de paz. Esse riso frouxo. Ser feliz e estar feliz é quando acontece alguma coisa e você ri. Eu não consigo relacionar com nada material ou pontual. A felicidade é o estado de espírito que a gente tem que identificar e desenvolver.
Mallu: É inevitável. Eu já era influenciada mesmo antes de conhecer o Marcelo pessoalmente e quando eu comecei a conviver com ele fiquei mais ainda. A gente se mistura musicalmente e em nenhum momento eu tento negar isso. Eu tento ser o mais natural, orgânica e sincera possível. A gente chegou em uma sonoridade completamente minha e não interessa o que é de um e o que é do outro. A gente foi tocando pra fazer um disco bonito. Naturalmente influencia, mas não vejo isso como um problema.
Contigo! Online: Você foi um dos primeiros casos no Brasil de artistas que ganharam espaço primeiro na internet. Qual é sua relação com a web hoje?
Mallu: Hoje em dia eu continuo tendo uma relação intima com a internet. No começo era só internet, eu coloquei no MySpace as músicas e depois quando veio o segundo disco eu dei uma abstraída, não olhava nada, não queria saber de como tava o site, mas dessa vez eu vi na internet a possibilidade de dividir com as pessoas. Eu fiz um blog e mantive ele porque teve uma repercussão tão legal, as pessoas gostaram tanto que deu vontade de contar dos ensaios, mas sempre tive uma relação muito forte com a internet, respondendo, colocando todos os posts que eu consigo, mas tudo baseado na minha produção artística.
Contigo! Online: Quando você decidiu encarar a música profissionalmente?
Mallu: Essa convicção me veio só agora. No começo, no primeiro e segundo discos eu gostava, aproveitava, fazia com muito amor, mas eu tinha a escola, muitos medos e aflições. Eu ainda não tinha a minha personalidade firme pra mim mesma, era como se eu fosse uma criança ainda, muito maleável e frágil. Hoje em dia eu me sinto uma mulher, caminhando cada vez mais para uma maturidade.
Contigo! Online: Como era sua rotina de estudos. Você pretende ter uma profissão paralela a música?
Mallu: Eu não fiz o colegial como eu fiz o colégio. Até a sétima série eu era uma aluna mega aplicada e tirava altas notas. Quando eu comecei a tocar não tinha tempo e eu não sabia direito se eu ia pra aula ou ia gravar. Eram muitas decisões e eu não sabia lidar com isso, então eu ficava no meio termo e quando acabou a escola veio o papo de faculdade aí eu falei que não ia fazer faculdade e que queria fazer a minha música.
Contigo! Online: Em entrevista você disse ser muito sensível, isso te atrapalha no cotidiano ou no trabalho?
Mallu: Até atrapalhava. É tudo uma questão de sobrevivência. A vida adulta obriga você a ser no mínimo um pouco mais firme. A questão da felicidade e da tolerância é uma questão de sobrevivência, ou você deixa de se importar com bobagem ou você vai sofrer e isso inviabiliza uma rotina. Têm coisas que me angustiam, por exemplo, o noticiário. Eu sou tão sensível que não consigo ver o noticiário. Eu fico péssima e acaba com o meu dia, então eu vejo coisas leves. Me preservo, mas também nunca deixo de enfrentar uma dificuldade só porque eu me sinto sensível demais. Eu aprendi a lidar com a minha sensibilidade, mas em nenhum momento a perdi.
Contigo! Online: Houve uma visível mudança no seu estilo, a que você deve esta nova fase?
Mallu: Várias coisas estão vinculadas a essa mudança estética. É como se eu pintasse retratos do universo que eu tenho dentro de mim e uma forma de tornar palpável a minha personalidade é a maneira como eu me visto, o meu estilo, a forma como eu falo, me comporto, me cuido. Tudo isso está relacionado com essa paz que eu adquiri recentemente. Tanto com o amadurecimento quanto com o envolvimento com a feminilidade e o próprio crescimento físico e a coisa da vida adulta. Talvez até o meu relacionamento com o Marcelo tem me dado segurança. Hoje eu tenho total segurança. Posso sair de pijama que eu não vou estar nem aí, pois é como se eu já estivesse completa onde eu preciso.
Contigo! Online: Qual sua relação com a moda?
Mallu: Eu estou fazendo um curso de corte e costura, mas na verdade eu já sou formada em um curso de piloteira e modelista industrial, só que era um curso muito industrial e eu não conseguia fazer as coisas do jeitinho que eu queria. Eu quero fazer na máquina caseira coisas mais únicas e intimas. A minha parada é essa, a de fazer não um vestido, mas aquele vestido com dedicação e com carinho, igual com a música, aí eu decidi fazer esse curso que é bem completo. Eu tenho uma relação muito estreita com a moda, eu gosto muito da expressão. Eu uso a moda tanto para ela me alterar quanto pra eu alterar ela. É uma relação de troca. Eu uso tanto pra preencher coisas que me faltam, quanto pra dar vazão ao que eu sinto.
Contigo! Online: É verdade que costura roupas para você e para amigos próximos?
Mallu: É verdade, mas eu sou muito lerdinha, às vezes eu falo ‘Olha eu vou fazer um vestido pra você, mas vai demorar um ano... um ano e meio, mas uma hora sai’.
Contigo! Online: Como é o seu dia a dia?
Mallu: O meu dia a dia é sempre super criativo. Eu estou sempre concentrada em desenvolver qualquer coisa que seja. Eu estou sempre com alguma coisa na cabeça, nunca fico em casa assistindo TV. Eu acordo super cedo, antes do sol nascer. Adoro café da manhã longo e faço questão de fazer um café de uma hora e comer tudo que eu gosto. Adoro ver o sol nascer e cada dia é uma coisa pra mim, eu componho, pinto, bordo, cozinho.
Contigo! Online: Você tem manias?
Mallu: Eu tenho algumas manias. Uma delas é colocar o despertador. Às vezes eu volto de madrugada de um show ou de um ensaio e eu ponho o despertador para tocar às duas da tarde, mas eu tenho que por o despertador. Enquanto eu não coloco para despertar eu não consigo dormir.
Contigo! Online: O que é ser feliz pra você?
Mallu: É esse sentimento de paz. Esse riso frouxo. Ser feliz e estar feliz é quando acontece alguma coisa e você ri. Eu não consigo relacionar com nada material ou pontual. A felicidade é o estado de espírito que a gente tem que identificar e desenvolver.
Marcelo Camelo / Divulgação
“O Marcelo tem me dado segurança”, diz Mallu Magalhães sobre o namorado Marcelo camelo
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Mallu Magalhães diz que novo CD é 'íntimo, sincero e natural'
'Pitanga' tem produção de Marcelo Camelo, que toca vários instrumentos.
Ao G1, ela comenta parceria com namorado, medo de banho e sua rotina.
Braulio LorentzDo G1, em São Paulo
(Foto: Marcelo Camelo/Divulgação)
Desde que jogou quatro músicas em sua página no MySpace, em 2007, muita coisa aconteceu com Maria Luiza de Arruda Botelho Pereira de Magalhães. Hoje, o discurso, as novas canções e a imagem de Mallu pouco têm a ver com a garota de 15 anos que inventou a palavra "Tchubaruba".
"Não consigo dividir o que eu sinto, do que toco, do trabalho que faço. Tudo que acontece no dia a dia me faz ser a pessoa que sou no momento", explica a cantora, em entrevista ao G1 por telefone. Por isso, cita suas "plantinhas" e "a Dona Helena do restaurante à quilo" nos agradecimentos do CD.
G1 - No disco você toca guitarra, banjo, violão, piano, chocalho, bateria, ukelele, clarinete, viola caipira, escaleta... Com qual instrumento você se sente melhor para compor e tocar?
O terceiro disco de Mallu, 'Pitanga', foi produzido por Marcelo Camelo (Foto: Marcelo Camelo/Divulgação)
Mallu toca guitarra, banjo, piano e viola caipira em seu terceiro CD (Foto: Marcelo Camelo/Divulgação)
Mallu Magalhães - Recentemente, eu tenho feito bastante música na cabeça. O primeiro passo é na cabeça, e depois toco no violão. Eu me sinto mais à vontade no violão, piano e ukelele. A bateria é o que menos tenho uma relação, é eventual. Acho gostoso tocar, mas toco raramente. Pratico clarinete, mas não estou afiada. O piano tenho estudado bastante e feito muitas músicas. Banjo não toco em casa. Em casa, toco bastante viola caipira e ukelele.
G1 - Na parte dos agradecimentos, no encarte do disco, você cita "as pessoas nas ruas, a Dona Helena do restaurante à quilo, os gritos da feira, as minhas plantinhas". Tudo isso foi importante para você criar as músicas?
Mallu - Eu escrevi e naturalmente veio essa ideia. Eu não consigo dividir o que eu sinto, do que eu toco, do trabalho que eu faço. É tudo muito íntimo, sincero e natural. Tudo o que acontece no dia a dia é o que me faz ser a pessoa que eu sou no momento. Essas coisinhas pequenininhas que me fazem bem e que eu gosto têm uma grande importância para o disco.
Mallu - Eu escrevi e naturalmente veio essa ideia. Eu não consigo dividir o que eu sinto, do que eu toco, do trabalho que eu faço. É tudo muito íntimo, sincero e natural. Tudo o que acontece no dia a dia é o que me faz ser a pessoa que eu sou no momento. Essas coisinhas pequenininhas que me fazem bem e que eu gosto têm uma grande importância para o disco.
G1 - Você contou todo o processo de gravação em um blog. Por que fazer isso?
Mallu - O disco não é só um conjunto de músicas gravadas, ele foi todo um movimento emocional, musical, pessoal. Ele é um retrato de um passo que eu dei, de um momento da minha vida. Sendo assim, logo comecei a mentalizar o conjunto de estéticas e de músicas, um conjunto criativo. Eu comecei a perceber o quão bonito era o meu dia a dia, tudo o que eu produzia de bordado, o quão valioso poderia ser eu dividir com as pessoas o meu jeito de ver a vida. Todo mundo poderia ter um blog para contar o que sente. Adoro ler blogs.
Mallu - O disco não é só um conjunto de músicas gravadas, ele foi todo um movimento emocional, musical, pessoal. Ele é um retrato de um passo que eu dei, de um momento da minha vida. Sendo assim, logo comecei a mentalizar o conjunto de estéticas e de músicas, um conjunto criativo. Eu comecei a perceber o quão bonito era o meu dia a dia, tudo o que eu produzia de bordado, o quão valioso poderia ser eu dividir com as pessoas o meu jeito de ver a vida. Todo mundo poderia ter um blog para contar o que sente. Adoro ler blogs.
Eu acabo fazendo artes plásticas na feitura dos flyers, nas fotografias, na divulgação do meu trabalho. Mas eventualmente, quando tenho um tempinho livre, tenho uma produção artística com várias técnicas. Tenho vontade de divulgar mais isso, de expor uma coleção daqui a uns anos. Talvez role naturalmente."
Mallu Magalhães. cantora
G1 - Além de escrever, cantar e tocar, você fez as ilustrações do CD. Pintar é algo que ainda toma seu tempo? Você tem interesse de ver suas pinturas em galerias de arte, em vender quadros?
Mallu - Eu não sei. Eu tenho me dedicado intensamente à minha música. Eu acabo fazendo artes plásticas na feitura dos flyers, nas fotografias, na divulgação do meu trabalho. Mas, eventualmente quando tenho um tempinho livre, tenho uma produção artística com várias técnicas. Tenho vontade de divulgar mais, de expor uma coleção daqui a uns anos. Talvez role naturalmente.
Mallu - Eu não sei. Eu tenho me dedicado intensamente à minha música. Eu acabo fazendo artes plásticas na feitura dos flyers, nas fotografias, na divulgação do meu trabalho. Mas, eventualmente quando tenho um tempinho livre, tenho uma produção artística com várias técnicas. Tenho vontade de divulgar mais, de expor uma coleção daqui a uns anos. Talvez role naturalmente.
G1 - Quando você jogou quatro músicas no MySpace, em 2007, você definia seu som como 'folk'. E agora?
Mallu - Agora tem sido cada vez mais difícil ter uma definição. Encontro alguém na rua e digo que sou musicista. Perguntam: "o que você toca?" Digo que curto fazer um som. Eu definiria meu estilo como "sincero".
Mallu - Agora tem sido cada vez mais difícil ter uma definição. Encontro alguém na rua e digo que sou musicista. Perguntam: "o que você toca?" Digo que curto fazer um som. Eu definiria meu estilo como "sincero".
G1 - Naqueles tempos, você ouvia Bob Dylan e Johnny Cash. E hoje?
Mallu - É muito raro eu escutá-los hoje em dia. Eu tenho escutado muito Som Três, Ella Fitzgerald, Cole Porter, Billie Holiday. Sabe o que ando ouvindo muito? Serge Gainsbourg. Também ouço Manu Chao, Los Panchos.
Mallu - É muito raro eu escutá-los hoje em dia. Eu tenho escutado muito Som Três, Ella Fitzgerald, Cole Porter, Billie Holiday. Sabe o que ando ouvindo muito? Serge Gainsbourg. Também ouço Manu Chao, Los Panchos.
G1 - Sei que o Camelo já era uma influência para o seu trabalho desde antes de vocês namorarem, mas e agora? Para você, até que ponto o 'Pitanga' tem um quê de disco do Los Hermanos?
Mallu - Não sei, cara. Para mim é difícil julgar porque para mim soa totalmente meu. Não tem nada que eu olho e falo "isso eu não faria". Não há nada que eu diga que é do Marcelo. Talvez quando passar um tempinho eu veja.
Mallu - Não sei, cara. Para mim é difícil julgar porque para mim soa totalmente meu. Não tem nada que eu olho e falo "isso eu não faria". Não há nada que eu diga que é do Marcelo. Talvez quando passar um tempinho eu veja.
G1 - Além de produtor, ele fez as fotos de divulgação. Como foi isso?
Mallu - Eu me sinto muito a vontade com ele. Ele é muito bom fotógrafo. Ele se diverte muito tirando foto de mim e eu gosto. É um passatampo nosso.
Mallu - Eu me sinto muito a vontade com ele. Ele é muito bom fotógrafo. Ele se diverte muito tirando foto de mim e eu gosto. É um passatampo nosso.
G1 - O Camelo tinha o costume no Los Hermanos e na carreira solo dele de usar muito a palavra morena. E agora você escreveu "Olha só, moreno"...
Mallu - Eu acho que essa palavra está muito presente em muitos artistas. Ela surgiu como todas as outras. Vem a música e vou lá e escrevo. Não foi intencional. Não foi uma resposta à "Morena" ou a nada.
Mallu - Eu acho que essa palavra está muito presente em muitos artistas. Ela surgiu como todas as outras. Vem a música e vou lá e escrevo. Não foi intencional. Não foi uma resposta à "Morena" ou a nada.
Eu nunca gostei, desde que era pequena minha babá ficava comigo. É uma característica minha. É óbvio que 99% dos banhos eu enfrento minha angústia e tomo sozinha. Penso bobagem e fico com a cabeça longe. Eu tenho medo de altura, tenho medo de palhaço. São medos que todo mundo tem"
Mallu Magalhães, cantora
G1 - Como será o novo show?
Mallu - Será uma banda enxuta, eu mais baixo, bateria e guitarra. Só fizemos algumas músicas. A maioria das músicas vamos rearranjar. É impossível ter aquela quantidade de pessoas no palco. O Marcelo está presente para ajudar a rearranjar. O Marcelo está tocando, mas não vai me acompanhar na turnê. Os músicos serão multiinstrumentistas.
Mallu - Será uma banda enxuta, eu mais baixo, bateria e guitarra. Só fizemos algumas músicas. A maioria das músicas vamos rearranjar. É impossível ter aquela quantidade de pessoas no palco. O Marcelo está presente para ajudar a rearranjar. O Marcelo está tocando, mas não vai me acompanhar na turnê. Os músicos serão multiinstrumentistas.
G1 - No Rock in Rio e na abertura da turnê do Camelo em São Paulo, você foi ver o show. Como é ser mulher de músico? Ficam cobrando uma canja?
Mallu - É bem mais fácil do que tocar. Você pode aproveitar só o lado bom do show. Você fica no camarim comendo bobagens. Adoro ir lá e estar disponível para qualquer eventualidade. Tudo bem se pedem para tirar foto. Eu acho tão gostoso. Quem é que não gosta de se sentir querido?
G1 - O que você quis quando falou que "tem medo de tomar banho sozinha", em uma entrevista recente? Quais outros medos você tem?
Mallu - Eu nunca gostei, desde que era pequena minha babá ficava comigo. É uma característica minha. É óbvio que 99% dos banhos eu enfrento minha angústia e tomo sozinha. Penso bobagem e fico com a cabeça longe. Eu também tenho medo de altura, tenho medo de palhaço. São medos que todo mundo tem.
Mallu - É bem mais fácil do que tocar. Você pode aproveitar só o lado bom do show. Você fica no camarim comendo bobagens. Adoro ir lá e estar disponível para qualquer eventualidade. Tudo bem se pedem para tirar foto. Eu acho tão gostoso. Quem é que não gosta de se sentir querido?
G1 - O que você quis quando falou que "tem medo de tomar banho sozinha", em uma entrevista recente? Quais outros medos você tem?
Mallu - Eu nunca gostei, desde que era pequena minha babá ficava comigo. É uma característica minha. É óbvio que 99% dos banhos eu enfrento minha angústia e tomo sozinha. Penso bobagem e fico com a cabeça longe. Eu também tenho medo de altura, tenho medo de palhaço. São medos que todo mundo tem.
G1 - Sei que acabou de lançar seu terceiro disco, mas já pensa nos próximos?
Mallu - Eu não sei assim. O próximo disco talvez seja uma continuação deste. É o primeiro passo de uma carreira longa. Eu tenho essa sensação. Tenho certeza que o Marcelo vai estar sempre muito presente musicalmente.
De G1
Mallu - Eu não sei assim. O próximo disco talvez seja uma continuação deste. É o primeiro passo de uma carreira longa. Eu tenho essa sensação. Tenho certeza que o Marcelo vai estar sempre muito presente musicalmente.
De G1
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